Mantenha o equilíbrio


Mantenha o equilíbrio

É normal para as mamães, principalmente de primeira viagem esquecerem de tudo, apenas para se dedicar ao filho. Isso não é errado, é uma mistura de obrigação, prazer, e muito amor. Porém, não podemos esquecer que além de mães, nós somos mulheres. Temos um parceiro, temos amigos, temos uma profissão, temos o ''além'' do filho. 

Um filho sempre será prioridade independente de tudo, sempre será a parte mais feliz na vida de uma mãe. Mas não esqueçam, para que tudo funcione bem precisa-se existir o equilíbrio, e a única pessoa capaz de criá-lo e você mamãe. 

Não deixe que essa tarefa linda se torne estressante. Procure sempre olhar seu bem estar em relação a tudo. Lembre-se que para fazer alguém feliz, você precisa estar feliz. 





A terrível crise dos 2 anos


A terrível crise dos 2 anos



O fenômeno é comum e tem até nome: adolescência do bebê. É quando a criança se dá conta de que é um indivíduo e luta para conquistar o seu espaço – gritando, batendo nos outros ou se jogando no chão. Cabe aos pais ter muita calma, paciência e ensinar que esse comportamento não leva a nada. Em outras palavras, estabelecer limites. Para ajudá-la a lidar com essa situação tão complicada, conversamos com a psicopedagoga Larissa Fonseca, de São Paulo.


1. O que é a chamada “adolescência do bebê”?

A adolescência do bebê, primeira adolescência ou os “terrible twos” – terríveis dois anos, em inglês –, como citado na literatura, é a fase em que a criança passa a se comportar de modo opositivo às solicitações dos pais. De repente, a criança que outrora era tida como obediente e tranquila passa a berrar e espernear diante de qualquer contrariedade. Bate, debate-se, atira o que estiver à mão e choraminga cada vez que solicita algo. Diz não para tudo, resiste em seguir qualquer orientação, a aceitar com tranquilidade as decisões dos pais, para trocar uma roupa, sair de um local ou guardar um brinquedo. Para completar, não atende aos pedidos e parece ser sempre do contra.

2. Esse comportamento é comum em qual idade?

Normalmente, acontece a partir de 1 ano e meio até os 3 anos de idade.

3. Existe alguma causa?

A causa para esse período é simplesmente o próprio desenvolvimento natural da criança. A fase dos 2 anos de idade é um período de grandes mudanças para ela. Até então, o pequeno seguia os modelos e as decisões dos pais. Gradualmente, ele passa a se perceber como indivíduo, com desejos e opiniões próprias, e isso gera uma enorme necessidade de tomar decisões e fazer escolhas por si. Sem dúvida, isso acaba gerando uma grande resistência em seguir os pedidos dos pais. Não é exatamente uma ação consciente da criança, mas uma tentativa de atender a esse desejo interior, a essa descoberta de si como um ser independente dos pais. No entanto, ao mesmo tempo em que ela quer tomar suas decisões, ainda tem muitas dificuldades para fazê-lo, dado que ainda não tem maturidade suficiente. Ela discorda até dela mesma! Se você pergunta o que ela quer comer, naturalmente ela responderá: “Macarrão”. Mas, quando você chega com o prato de comida, ela diz: “Eu não quero isso!” Suponha que você está com pressa para ir a algum lugar. Seu filho está de ótimo humor até você dizer: “Preciso que você entre no carro agora”. Ele fará tudo, menos atender à sua solicitação. É uma fase difícil para os pais e também para as crianças. É uma experiência intensa emocionalmente e repleta de conflitos, pois, ao mesmo tempo em que a criança busca essa identidade, ela não quer desagradar seus pais – por mais que isso não pareça possível.

4. Existe alguma maneira de evitar que o bebê passe por isso?

Não há a necessidade de tentar evitar esse período e nem há como fazê-lo. O importante é conhecer e lidar de modo construtivo com essa fase dos pequenos.

5. Todas as crianças passam por isso?

Não é uma regra. Algumas crianças demonstram essas características mais intensamente do que outras.

6. Como agir quando a criança se joga no chão e grita em um lugar público, como o supermercado e o shopping?

Primeiramente, descarte palmadas, tapas, puxões de orelha ou qualquer outro comportamento agressivo para tentar conter uma birra. Antes de sair, converse com o seu filho e o contextualize sobre o passeio. Se for supermercado, por exemplo, diga como espera que ele aja, o que ele poderá pegar para si etc. Se forem a um restaurante, faça o mesmo, explique aonde vão, como espera que a criança se comporte e as consequências para o seu mau comportamento. Jamais ceda às manipulações, como choros, pedidos de ajuda e reclamação de possíveis desconfortos. Avise-o de que só vai conversar depois que ele se acalmar. Opte por disciplinar a criança após a birra, que é o momento em que ela está colocando para fora sua frustração e seu descontentamento. Após ela parar de fazer a birra, você se abaixa para conversar. É sempre muito importante que a criança compreenda o que fez e o porquê de sua ação. Evite dar broncas e repreender seu filho na frente de outras pessoas para que ele não se sinta constrangido e você também. Uma dica bacana para mudar o foco da birra é chamar a atenção da criança para outra situação. Mostre um objeto ou comece a falar de outro assunto. Ignorar a birra costuma dar ótimos resultados. Em lugares públicos, se a birra persistir e você estiver se sentindo constrangida, tire o seu filho do ambiente sem demonstrar irritação e sem conversar. Sua atitude mostrará desaprovação.

7. O que fazer quando o pequeno bate nas pessoas quando é contrariado?

Esse “bater” normalmente é a expressão do seu descontentamento, o que, no caso, não é aceitável. É importante ressaltar que as crianças, assim como nós, adultos, também ficam bravas, tristes, frustradas e chateadas – isso é natural do ser humano. Ao longo da vida, ela vai se deparar com diversas situações que despertarão esses sentimentos nelas e a infância é a melhor fase para aprender a lidar com esses sentimentos inevitáveis. Assim, se quiserem contribuir de modo positivo com o desenvolvimento emocional e psicológico dos pequenos, os pais devem parar de tentar poupá-los de situações frustrantes e passar a explicar esses sentimentos, apontando caminhos para que consigam lidar com eles. A criança não nasce sabendo a lidar com seus sentimentos, ela testa suas ações e vai construindo seus modos de agir.

Quando ela bate em alguém, imediatamente deve ser contida e, em seguida, os pais devem abaixar-se na altura da criança, olhar fixo em seus olhos e com voz firme conversar que entendem que o pequeno esteja bravo, mas que sua atitude é inaceitável. Explique que, se aquilo voltar a acontecer, haverá consequências negativas para ela, citando quais serão. Lembre-se de que essas consequências deverão ser algo possível de ser feito porque, se a criança repetir o comportamento desaprovado, você deverá cumprir o que falou.

8. E quando a criança bate com a cabeça na parede ou faz coisas para se machucar porque ouviu um “não”?

Em geral, as crianças recorrem a esse tipo de autoagressão como mais uma tentativa de conseguir a atenção dos adultos e, quase sempre, conseguem porque descobrem que esse comportamento provoca comoção nos pais. Por mais que possa preocupar, os pais devem manter a ideia de que “sem plateia não há show”. O ideal é conter a ação da criança sem dar atenção ou demonstrar comoção pela atitude. Você pode, por exemplo, colocar um travesseiro ou uma almofada embaixo da cabeça dele e sair de perto, ou tire o pequeno do local onde está sem conversar e coloque-o em um ambiente mais seguro. Sem conseguir chamar sua atenção com a autoagressão, a criança vai buscar outras possibilidades, como apagar e acender a luz, ligar e desligar equipamentos eletrônicos etc. Só fique atenta para a possibilidade de esse comportamento estar refletindo algum problema emocional, que, aí sim, merece a atenção dos pais.

Se a criança começar a apresentar comportamentos autodestrutivos, como se arranhar, bater em sua cabeça e puxar os cabelos, frequentemente em situações cotidianas, vale a pena consultar um especialista porque isso pode indicar uma tentativa da criança de evitar o contato com algo que esteja lhe causando angústia.

FONTE: http://bebe.abril.com.br/materia/a-terrivel-crise-dos-2-anos

Dicas de como ter uma página de sucesso

É normal observamos em nossos comentários várias pessoas divulgando suas Fan pages. Esse é o primeiro ponto negativo. As pessoas não gostam de propagandas dessa forma, e em muitos casos o próprio Facebook oculta como SPAM. Se você usa essa estratégia, está na hora de parar.


Uma dica legal, é organização. Publicar nos horários de pique é fundamental para que seu conteúdo seja bem compartilhado.

Segunda dica: Procure sempre criar suas artes. Jamais, em hipótese alguma pegue fotos de alguma página, corte os créditos e coloque o seu. Procure sempre ter credibilidade.

Terceira dica: Inspire-se, não copie. 

Quarta dica: Caso você seja dono de loja, vale a pena investir em alguém que saiba o que fazer. Números são influentes. 

Quinta e ultima dica: Procure imagens públicas. Caso você use alguma imagem privada, pode ser processada e entrar em um grande problema. Então, vale a pena prestar atenção nesse detalhe.


Desejamos sucesso para todas vocês, Unidas somos super.

Vencedora do concurso - Miss Super mamãe 2012

Nosso concurso foi um grande sucesso! Agradecemos a todas as mamães que participaram, e se esforçaram para vencer.

Com 877 votos, nossa Miss é a mamãe Jemima que está de parabéns por seu esforço e determinação! Como o prometido, ela receberá em sua casa um brinde. Será uma caneca em forma de coruja, muito fofa e linda! 




Parabéns mamãe! E parabéns novamente a todas as outras participantes! Nosso concurso foi uma brincadeira, com o intuito de valorizar as nossas seguidoras. Futuramente criaremos outros.



Depoimento da vencedora:

Miss mamãe 2012
sim amigos, além de mãe, enfermeira, psicologa, professora,
cabeleireira, maquiadora, modista, anjo, heroína, 
agora tenho um novo titulo, Sou miss!!!!!!!
E ofereço esse titulo a vocês que me ajudaram nessa mais nova missão
Aos que estiveram comigo pedindo aqui e lá
Dia e noite, Não tem como citar nomes, são grandes e muitos amigos
de bom coração, Vai aqui um pouco da minha emoção, e o meu Muitooo Obrigadaaa!!!




Atc, equipe da Super mamães. 






Como desmamar o bebê

O desmame é o momento que o bebê troca o leite materno, pela mamadeira ou copinhos. Não dê início ao desmame antes dos 6 meses, pois a amamentação é fundamental nessa fase. É recomendado amamentar até os 2 anos de vida da criança. Quando a mãe e o bebê estiverem prontos, sigam os passos abaixo:


1- Nas horas da amentação, introduza um copinho, ou mamadeira de leite materno(ou em pó) como fonte de alimento. 

2- Se o bebê tiver dificuldades de adaptação a nova fonte de nutrição, experimente alimenta-lo em outro local, ou modifique a iluminação e a música ambiente. Crie um clima diferente para o novo tipo de alimentação.

3- Reduza gradualmente o número de mamadas diárias. Elimine uma amamentação da rotina diária do bebê a cada duas semanas, substituindo-a pela mamadeira ou por alimentos sólidos. Procure orientação do pediatra para assegurar-se de que a criança está recebendo a nutrição adequada.

4- Quando você estiver amamentando o bebê apenas uma vez por dia, faça isso a noite, na hora de dormir.

5- Reduza gradativamente a duração da amamentação da noite.

Fonte: Bebê - Manual do proprietário.

Depoimentos de algumas Super mamães que desmamaram:

Cesar Barbara E Rafael:
Eu desmamei com 7 meses e meio e foi super tranquilo.... Eu fui colocando aos poucos a mamadeira no lugar das mamadas no peito.. E rápido ele se acostumou... NÃO SOFREU NEM ELE E NEM EU.


Andréa Oliveira Dos Santos Genovez:
 Eu desmamei o meu com 10meses , comecei dando menos peito e mais frutas , leite na mamdeira e ele não ligava mais para o peito.

                                                        Gisa Faria: 
O meu 1º filho foi com 2 anos, foi tranquilo, eu conversei com ele q não era mais pra mamar q ele já estava grande e disse q apartir daquela noite ele não ia mais mamar e deu certo, ele não pediu e nem chorou, agora da minha filha, foi diferente, ela já estava com 3 anos e eu falei a mesma coisa q disse pro 1º, mas foi difícil, ela chorou varias noites seguidas até acostumar, nossa, foi uma barra!!!

Mozara Galdino
 Desmamei a minha filha com 2anos e 2 meses e confesso que foi mais difícil p mim do que para ela. Amamentar é um momento mágico é tudo de bom!

Ana Ferreira:
o meu bebê saiu sozinho com 9 meses ele simplesmente não quiz mais da ancia nele ai entrei com o leite nestogeo graças a Deus ele pegou bem...

Pati:

Desmamei meu filho com 3 anos srsrs ele era um bezerrinho !! desmamei porque achei que ele tava grande ,comia de tudo e foi fácil uma semana ele não pedia mais .mas amei amamentar e espero que a sophia quando nascer mame muito tbm e que seja mais 3 anos!!







Para quem quiser ler mais depoimentos, acesse esse link: https://www.facebook.com/SuperMamaes/posts/458660587505016 lá tem vários outros casos de mães contanto suas experiências. Desmame seu filho na fase correta, afinal... amamentar é tudo de bom!



Meu filho não dorme no berço, e agora?

Muitas mães são vencidas pelo cansaço, e acabam criando o hábito de dormir com o filho. O tempo passa, e o bebê passa a querer dormir todas as noites na cama do casal. E agora? O que fazer?



Primeira dica: 

Crie uma rotina para seu filho. Deixe-o cansado. Quando o soninho bater, após a mamada ou a mamadeira coloque-o no berço. Do lado, coloque alguma roupa sua. O seu cheiro deixará seu bebê mais confortável. 

Segunda dica:

Crie coragem. Caso ele acorde no meio da noite, alimente-o e coloque-o de volta no seu lugar. É cansativo, porém a rotina faz com que o bebê se acostume e passe a dormir sozinho, pois saberá que ali é o cantinho dele.

Terceira dica:

Evite escuridão nas sonecas de dia. Isso fará o bebê saber diferenciar o dia da noite. E com isso dormirá melhor.

Quarta dica:

Dê um banho antes da horinha de dormir. Um banho morno acalma o bebê, facilitando o seu soninho.

Quinta dica:

Leia livros para seu filho. Independente da sua idade, o som da sua voz o deixará calmo. 


Uma boa noite de sono = Um dia mais tranquilo. Sigam essas dicas, e tenham uma ótima noite


05 soluções para fazer o bebê dormir


1- Qual é a regra de ouro para acabar com as brigas na hora de dormir? 

Rotina. Parece fácil, mas muitos pais têm dificuldade em manter diariamente os mesmos hábitos. Criança precisa ter horários e rituais e eles devem ser repetidos. Se seu filho chora ou não consegue dormir, não tem que colocá-lo no carro e dar voltas no quarteirão até ele pegar no sono, por exemplo. Ele deve ser independente e adormecer sozinho. 

2- Como ensiná-lo a fazer isso? 

Estabeleça um ritual e o respeite. Pode ser dar o jantar, um banho relaxante e ler um livro juntos. A idéia não é fazer a criança dormir, mas criar oportunidade para isso acontecer. Dê boa-noite, apague a luz e saia, deixando-a um pouco acordada na cama. E é preciso manter esse ritual. Se chegar tarde do trabalho e for hora da criança descansar, honre o horário e procure outra oportunidade para ficar com ela, por mais que seja doloroso. 

3- E se a criança acordar de madrugada? 

Se for freqüente, pode indicar um problema para manter o sono. Durante a noite, é normal a criança acordar, mas deve voltar a dormir sozinha. Quando bebê, espere alguns minutos antes de atender o choro e não o tire do berço, apenas fique por perto. Dessa forma, ele entende que você está junto, mas que não é hora de comer nem de brincar. Se seu filho for maior, vai precisar de limite. Resista à vontade de deixá-lo na sua cama e leve-o de volta ao quarto dele. É importante que ele durma no mesmo local que acorde, para não se assustar ao abrir os olhos. 

4- Pode dormir com os pais? 

Sem dúvidas, é mais cômodo para os adultos e mais confortável para a criança ficar na cama dos pais. Porém, o melhor é que cada um durma no próprio espaço. O quarto dos pais é para a intimidade do casal. Se se surpreender com um par a mais de pernas na sua cama, vença a preguiça e o leve para o quarto dele, pois pode virar um hábito. 

5- O que fazer se o bebê trocar o dia pela noite? 

Bebês dormem muito, praticamente o dia e a noite toda. Se perceber que o sono noturno está diminuindo, procure encurtar as sonecas diurnas, oferecendo outras atividades, como brincadeiras e passeios. Mas sem exageros, pois se a criança ficar muito cansada, também terá dificuldades para dormir. 


Fonte: Revista crescer.

Super mamães. Tecnologia do Blogger.